Prefiro a paz da quietude ao caos da felicidade

-Rasquei as cartas de tarô. Elas já não me fazem falta, obviamente.
-De fato que elas não eram minhas, mas é que as vezes sinto falta de coisas que não me pertencem…

Não sei se vale a pena
Todo esse sacrifício
De ser triste para se tornar feliz no final
Afinal, nós já não estamos no fim?

Mas é que a novidade
Eu encaro de olhos fechados e boca bem aberta
Que é pra sentir a intensidade do gosto
E não almejo o final
Eu quero é o meio, onde fica o recheio da vida!

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Sobre Joe

Escritor e poeta amador, aluno de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, amante de música alternativa, quadrinhos e literatura em geral. Ver todos os artigos de Joe

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